02/08/2019
A Justiça Federal decidiu ontem, decretar a prisão preventiva do grupo suspeito de hackear os celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato no Paraná, e de outras cerca de mil autoridades dos três poderes, além de jornalistas.
A decisão foi determinada pelo juiz Ricardo Leite, a pedido da Polícia Federal. Com isso, continuam presos por tempo indeterminado, Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, Gustavo Henrique Santos, o “DJ Guga”, sua companheira Suélen Priscila Oliveira e Danilo Cristiano Marques. O grupo, que a PF define como “quadrilha”, foi preso em regime temporário na terça-feira (23/07) por ordem do juiz Wallisney. Na sexta feira,(26/07), o magistrado prorrogou por mais cinco dias a temporária dos quatro investigados. O prazo da prisão imposta ao grupo terminava ontem à meia noite. O juiz federal poderia converter o regime de reclusão em preventiva, quando não tem data para encerrar, ou soltar os investigados. Redação com JP |
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/B/o/cgWSKTRWOAVYmMV7I5rw/arte-fant.jpg)






