02/07/2026
A Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor da continuidade da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em posicionamento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma que o inquérito sobre a arma do dirigente de direita não imputa “ao sentenciado falta disciplinar que impacte negativamente sobre o atual regime em que cumpre pena”. A PGR salienta, porém, a necessidade de se apreender a pistola em nome de Bolsonaro, que foi encontrada durante blitz policial. “É certo que a condição atual do custodiado é incompatível com a posse de arma de fogo, que pressupõe, entre outros requisitos, a comprovação de idoneidade”, ressalta. Gonet conclui, portanto, “pelo regular prosseguimento da execução no regime em que se encontra” Bolsonaro, mas “mantendo-se a pistola apreendida”. Agora, a defesa do ex-presidente tem 48 horas também para se manifestar sobre a conclusão do inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal. A força policial decidiu pelo indiciamento do sargento Estácio Leite Filho por porte ilegal de arma de fogo. O militar carregava uma pistola, registrada no nome do ex-presidente, quando foi parado em uma blitz na capital federal. Segundo a autoridade policial, o militar, que faz a segurança do dirigente de direita, portava a pistola sem autorização formal do proprietário, em desacordo com a exigência legal. No inquérito policial, o delegado disse, porém, que o registro de arma de fogo de Bolsonaro é válido e que não considerou haver ilegalidade no fato de ele ter uma pistola em sua residência. No Brasil de hoje é assim: Bandido armado é que mais tem pelas ruas. Já um militar da ativa não pode portar uma arma de fogo para conserto, o que é considerado porte ilegal. A roda grande entrou na pequena, e faz tempo. Redação com Agências / Imagem: Reprodução Tv |






