07/03/2026
A mulher que acompanhava o pastor Moisés Galdino, de 53 anos, em um motel no bairro Canaãzinho, em Ipatinga (MG), deixou o local antes da chegada da Polícia Militar após o religioso passar mal. Acompanhante e pivô do atendimento inicial, ela justificou sua saída aos socorristas afirmando que não esperaria as autoridades pelo fato de o homem ser casado. O incidente ocorreu na última quarta-feira (4). Segundo o relato da mulher à equipe de socorro, o pastor apresentou sinais de infarto, desmaiou e caiu logo após uma relação sexual. Antes de se retirar, ela foi a responsável por acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), detalhando o que havia ocorrido aos profissionais de saúde. Ao chegar ao local, os socorristas iniciaram imediatamente as manobras de reanimação. O protocolo de emergência durou cerca de uma hora e contou com todos os recursos médicos disponíveis, mas o pastor não resistiu e teve o óbito confirmado ainda no estabelecimento. De acordo com informações do Samu, não foram encontrados sinais de violência ou agressão no corpo. A esposa de Moisés Galdino foi informada sobre o ocorrido e compareceu ao local para realizar o reconhecimento do corpo. A situação causou comoção e surpresa na comunidade local, onde o religioso era conhecido. Até o momento, a causa exata da morte não foi determinada. Também não há informações confirmadas sobre a ingestão de bebidas alcoólicas ou de qualquer outra substância que pudesse ter desencadeado o mal-estar súbito durante o encontro, mas a suspeita é de que o religioso pode ter feito uso de algum estimulante sexual. Nas redes sociais alguns fiéis comentam que a acompanhante seria uma "irmã" da igreja onde o pastor pregava. Redação com Agências e redes sociais |






