17/02/2026
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou mal novamente nesta segunda-feira (16) e está sendo monitorado, segundo seu filho o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já havia permitido que Bolsonaro receba médicos e assistência médica, 24 horas por dia. “Fui informado há pouco que o presidente Jair Bolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado após o ocorrido. Infelizmente não tenho mais informações! Sem palavras!”, escreveu em sua conta no X. O ex-presidente está preso no 19º Batalhão de Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como Papudinha. A defesa dele insiste no pedido de prisão domiciliar em caráter humanitário ao ministro do Alexandre de Moraes. Em laudo apresentado à Justiça, o cirurgião-geral Claudio Birolini indicou que o histórico de Bolsonaro o submete ao risco de “descompensação súbita e de eventos cardiovasculares, respiratórios, infecciosos, metabólicos e traumáticos potencialmente fatais”. Para o médico, a domiciliar reduziria o risco das descompensações, melhoraria a adesão terapêutica e daria estabilidade psicológica a Bolsonaro. “A custódia carcerária eleva, de maneira concreta, o risco de descompensação aguda, pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, crises hipertensivas, eventos tromboembólicos, arritmias, novos traumatismos cranioencefálicos e até morte súbita”, citou. Birolini alegou que a domiciliar garantiria, por exemplo, “uso regular do CPAP (aparelho para distúrbios respiratórios de sono), controle rigoroso da pressão arterial e da hidratação, dieta fracionada, fisioterapia motora diária, medidas de prevenção de quedas, vigilância para broncoaspiração, acompanhamento oncológico de lesões cutâneas, monitorização laboratorial e acesso rápido a atendimento hospitalar”. Redação com o tempo / Imagem: Reprodução redes sociais |






