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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entregue seus passaportes e decidiu que o senador está proibido de sair do Brasil.A decisão está em segredo de justiça e foi tornada pública pelo senador em suas redes sociais. A ordem judicial faz parte do processo em que Flávio e o advogado Willer Tomaz são investigados no STF. "Hoje de manhã, eu fui visitar meu pai. Quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar meus passaportes e também estou proibido de deixar o país", relatou. REAÇÕESA decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Fláv.



O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reconheceu nesta segunda-feira (26) a vitória de Lula (PT), contrariando Flávio Bolsonaro (PL), que ainda contesta o resultado do segundo turno. A legenda, porém, afirmou que continuará buscando esclarecimentos sobre a decisão que prorrogou a votação no domingo (25).“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo TSE, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”, afirmou Valdemar em nota.O presidente do PL também criticou medidas adotadas pelo governo Lula às vésperas da eleição, como antecipação de benefícios sociais e ações para conter o preço dos combustíveis. Segundo ele, o uso de recursos públicos durante a campanha levanta dúvidas sobre o equi.

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A imprensa internacional repercutiu a vitória do presidente Lula, reeleito no 2º turno das eleições no Brasil neste domingo (25). Em virada inédita, o petista obteve mais de 50% dos votos e conquistou o 4º mandato.O New York Times destacou o resultado na manchete da edição online e afirmou que o "Brasil reelege Lula, rejeitando o filho de seu antecessor", referindo-se a Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Antes do resultado ser anunciado, a publicação afirmou classificou a eleição no Brasil como "um teste do poder de Trump como articulador político", lembrando que candidatos de direita alinhados aos EUA venceram as últimas eleições na região.Também nos Estados Unidos, o Washington Post afirmou que a vitória de Lula no Brasil "i.

Eleito para um inédito quarto mandato, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu em 13 estados. Apesar de derrotado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceu em 14 unidades da federação.Depois de anunciar benefícios e programas para conquistar eleitores na reta final, Lula terá de cumprir as promessas em um cenário de contas públicas pressionadas, Congresso mais à direita e forte divisão no eleitorado, além de lidar com uma crise no Judiciário.O resultado encerrou uma disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) marcada pela reação de Lula no segundo turno, depois de terminar a primeira votação atrás do adversário e chegar à véspera da eleição em desvantagem nas pesquisas.No primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Os candidatos à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votaram, na manhã deste domingo no segundo turno das eleições.O primeiro a votar foi o candidato do PL , que em declaração falou sobre "não insistir no erro". "Fizemos uma campanha com muita alegria, uma campanha limpa, com felicidade no rosto. Acho que chegou a hora da mudança de verdade. A vida de todo mundo piorou, não tem porque ficar insistindo no erro", disse Flávio.Acompanhado da esposa Fernanda Bolsonaro, o senador chegou na seção eleitoral por volta das oito horas e, após votar, afirmou à imprensa que fez uma campanha "limpa" e que, para ele, "chegou a hora da mudança de verdade".Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou ao colégio e.

Os últimos atos públicos dos candidatos à Presidência da República ocorrem neste sábado (24). Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irão visitar, cada um, dois estados.Após o debate desta sexta-feira (23), em que os presidenciáveis se enfrentaram, Bolsonaro e Lula irão cumprir seus últimos compromissos antes da preparação para a votação no domingo (25).Flávio BolsonaroO candidato visitará Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Ambos fazem parte do chamado "Bloco do 22", evento liderado pelo aliado e deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que promoveu uma série de carreatas e comícios pelo país.O ato na capital mineira está previsto para começar às 9h, na Praça da Liberdade, espaço icônico e histórico na Savassi.Já o evento no Rio de.



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